Progcast - Sua Dose Semanal de Rock Progressivo

Progcast #16 – Gentle Giant (Lado A): Gigantes, gentis e metidos




Saudações Proggers!

Sejam bem vindos a mais uma edição da sua dose semanal de Rock Progressivo

No episódio desta semana, abordamos o começo da carreira de uma das mais cultuadas bandas dos anos 70: o Gentle Giant! Desde a influência paterna, a busca por músicos perfeitos e o lançamento do seu icônico debut até a sua magnum opus “Octopus” e a saída do irmão Phil Shulman da banda. Aproveitamos para conversar um pouco sobre a saída do baterista Mike Portnoy do Dream Theater, uma notícia que pegou todos de calça curta esta semana.

Obs.: O lado B do episódio irá ao ar no sábado que vem 18/09. Fiquem ligados.

Indicações da semana

Podcasts para ouvir

Comentado no episódio

  • Mande um tuite para @jcrudess com os dizeres “Hey @jcrudess, We want Mike Terrana on drums DT. Check out his solo http://migre.me/1gwnX #MTonDT”
Reproduzir

Comentários, sugestões, correções e contato: contato@progcast.com.br

Sigam-nos no Twitter @progcastbr

Curta a fanpage do Progcast no Facebook

ASSINE NOSSO FEED AGORA

Adicione o Progcast no seu msn! group1336447@groupsim.com

Rroio

Viking oriental colecionador de discos, músico frustrado e um eterno incansável explorador dos mais obscuros confins do mundo da música.

7 respostas para “Progcast #16 – Gentle Giant (Lado A): Gigantes, gentis e metidos”

  1. Andrew disse:

    Oba, Gentle Giant! Baixei o "Octopus" semana passada e gostei muito. Esse Progcast vai ser bom pra conhecer melhor a banda =D

  2. Andrew disse:

    É isso ae Rhamses, punk é o caralho! Huahuahuahuah

    E Gentle Giant realmente é muito foda, já estou buscando esses primeiros quatro albuns para ouvir

  3. Lucas N disse:

    Po, demais!! primeira vez que postei aqui perguntei quando iria rolar um progcast do Gentle Giant. Valeu!
    Escutando agora.

  4. Lucas N disse:

    Sou um pouco xiita quando se trata de Gentle Giant, então relevem qualquer excesso.
    Sobre o gigante da capa, ele é um dos gigantes da obra de Rebelais (agora não lembro se na capa esta o Gargantua ou o Pantagruel). É interessante que a influencia desse escritor vai além do desenho da capa, algumas letras são baseadas nos livros do cara ( Pantagruel's Nativity conta um trecho do livro, o nascimento do Gargantua). É uma viagem ler o livro escutando o cd… hashahfha) .
    Vi na wiki que os caras tinham muita influência de um psicanalista chamado Laing (só uma banda prog poderia falar que tem influencia da psicanálise…), mas um tempo atrás peguei um livro do cara e não entendi muito bem (se tiver alguém da psicologia lendo e estiver disposto a esclarecer um pouco…), então não deu pra sentir a influencia de forma clara. A não ser no In a Glass house já que todas as músicas acabam falando, em maior ou menor medida, de assuntos relacionados à loucura, alienação, solidão e por ai vai.
    Pra mim o Gentle Giant sintetiza tudo o que é o prog, o experimentalismo, as influencias mais absurdas e tudo mais. Já vi até algumas definições meio bizarras, tipo uma que falava que GG é rock barroco, mas como toda banda prog acho complicado engessar eles numa classificação precisa.
    Vale muito a pena conferir as versões ao vivo, muito mesmo.
    Ah, a qualidade do som melhorou muito esse episodio (tanto na gravação quanto na banda! Hahahaha)
    Fica a dica: http://www.youtube.com/watch?v=mI8dBOIuG9I&fe
    Abraço

  5. Lucas N disse:

    Não conheço muito bem essa segunda fase da banda. Tenho um certa resistencia em escutar todos os albuns dos caras, só fui escutar o The Power and Glory hoje cedo e achei incrível, tão bom quanto a fase clássica.
    E a mesma coisa para In a Glass House, sou um pouco suspeito para falar desse album, foi o primeiro deles que realmente chamou minha atenção, mas acho perfeito.
    O mais curioso do GG é que ,apesar de ter músicas curtas para um padrao prog (o In a Glass House inteiro tem menos de 40 minutos), é aquele tipo de som que tem um efeito "a mais", aquele tipo que ninguem consegue ignorar quanto esta tocando, seja pra te manda ir a merda e trocar de cd ou pra admirar os caras.
    É uma comparação meio estranha, mas eu sempre coloco dois extremos na música dessa época. Em uma ponta o GG com a complexidade tecnica e esperimentalismo e na outra o Captain Beefheart, com aquela anarquia toda.
    Falando nisso, seria um bom assunto para um progcast. Ele nao é "exatamente" prog, mas tava ali no meio.

  6. Andrew disse:

    "O mais curioso do GG é que ,apesar de ter músicas curtas para um padrao prog (o In a Glass House inteiro tem menos de 40 minutos), é aquele tipo de som que tem um efeito “a mais”, aquele tipo que ninguem consegue ignorar quanto esta tocando, seja pra te manda ir a merda e trocar de cd ou pra admirar os caras."

    Foi exatamente isso que pensei quando vi a média de duração das músicas da banda. Depois de ouvir fiquei bastante surpreendido (positivamente). Isso É PROG!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *