Progcast - Sua Dose Semanal de Rock Progressivo

Ego Trip – Os TOP 100 álbuns: Lado F – Power Metal


Blind Guardian – A Night At The Opera

O Blind Guardian sempre foi uma das minhas bandas favoritas pelo conjunto da sua obra (e a capacidade de fazer clássico atrás de clássico), já que a cada álbum, a evolução da banda acontecia de forma exponencial (mesmo que aparentemente os dois últimos trabalhos estejam no mesmo nível). “A Night At the Opera” é com certeza o projeto mais ambicioso até agora, um álbum complexo, diversificado, um ótimo exemplo da megalomania dos caras, principalmente se considerarmos o apoteótico final com “And Then There Was Silence”.

 

Rhapsody – Dawn Of Victory

Muitas pessoas sempre torceram o nariz para os italianos do Rhapsody, seja pela pomposidade ou pelo ego hercúleo dos caras. Mas não se pode negar que eles conseguiram trazer uma roupagem nova e até reviver um pouco um estilo fadado a decadência. Se “Legendary Tales” e “Symphony Of The Enchanted Lands” traziam esses novos elementos, foi com “Dawn Of Victory” que o peso do Metal foi equilibrado com a música clássica. Lembro que cheguei a ouvir esse álbum 4 vezes quando comprei…

 

Nocturnal Rites – Grand Illusion

Apesar de nunca ter atingido o sucesso propriamente dito, sempre gostei do Nocturnal RItes por causa dos ótimos vocais de Jonny Lindqvist. Mesmo com algumas letras bem bobinhas nos primeiros álbuns (sobre aço, fogo e tal), a partir de “Grand Illusion”, tanto a sonoridade como a temática voltaram-se para algo mais… interior, provavelmente um caminho que os suecos vinham buscando a tempos.

 

Angra – Rebirth

O Angra é uma das poucas bandas brasileiras que eu gosto (seja Metal ou não) e coleciono os CDs, e se hoje eu ouço todas as suas ramificações foi por causa desse álbum. Na época eu nem entendia o que estava acontecendo com a banda e tal, e hoje em dia nem é um álbum que podemos chamar de “clássico do Metal”, mas foi de alguma forma importante para eu me interessar mais pelo Power metal em si.

 

Primal Fear – Seven Seals

Nunca tinha me interessado pelo Primal Fear antes desse álbum, pois sempre achei (e ainda acho) os primeiros álbuns uma tentativa de soar como Judas Priest. E não sendo muito fã do trabalho da trupe de Halford, não via motivos para ouvir o dos alemães. Pois então que esses malditos me surpreendem com o lançamento de “Seven Seals”, fugindo do Heavy mais tradicional, em busca de uma identidade própria, caimnho que eles vem desenvolvendo desde então.

 

Iced Earth – Something Wicked This Way Comes

“Hum… olha só, que capa legal… 13 músicas? Legal, acho que vou comprar”. Believe it or not, esse foi o meu pensamento quando comprei esse cd. Desde então é um dos meus favoritos at all (e provavelmente será pra sempre) pois ele é a fundação de todo o meu gosto musical, hehe.

 

DragonForce – Sonic Firestorm

Lá pela metade da década passada, o Power Metal começou a mostrar sinais de cansaço e estagnação, milhares de bandas surgiam e todas soando incomodamente iguais. Mas um seleto grupo começou a investir em diferentes variações, e, gostem vocês ou não, o Dragonforce é uma delas. Elevando a categoria estúpida rápida e pesada, “Sonic Firestorm” foi um frisson no cenário Metal e é um marco até hoje.

 

Rage – Soundchaser

O trio formado por Victor Smolski, Mike Terrana e Peter Wagner é um dos mais ignorantemente técnicos e criativos EVER, e “Soudchaser” de longe é o ápice dessa catarse. Um álbum completo, diversificado, um ótimo resumo do que é o Power Metal europeu.

 

Kamelot – The Black Halo

Se o Dragonforce “reinventou” o Power metal injetando boas doses de música extrema, o Kamelot puxou a sua renovação para o lado teatral, sentimental e totalmente calcado no feeling, no fim até deixando de lado alguns elementos clássicos do estilo e criando um estilo único.

 

Helloween – The Time Of The Oath

Fala sério. Não podia faltar um disco dos caras que simplesmente INVENTARAM essa parada (embora esse não seja o termo mais correto). Particularmente gosto muito mais dos vocais de Andi Deris do que o falastrão Kiske, e mesmo as suas letras/músicas muito mais sacanas, como pede o espírito Helloween. “The Time Of The Oath” é quase um The Best Of pra mim, por isso a escolha.

Ego Trip – Os TOP 100 álbuns: Lado F – Power Metal

Tracklist

Lineup

Rroio

Viking oriental colecionador de discos, músico frustrado e um eterno incansável explorador dos mais obscuros confins do mundo da música.

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